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17:03
by a-lemon
Pq vc bjou?
Porre de tequila tem alguma magia. Um, dois, três, glub...blam! Mais uma rodada. Abre outra garrafa! Agarra, beija. Enfia a mão nos peitos que tá beleza. Porre de tequila não dá dor de cabeça. Entre línguas, descubro que tb gosto de roçar a de Camões. Os americanos e ingleses são muito burros pq tem léxico pobre. Beijamos melhor pelos nossos múltiplos sinônimos...imagine os árabes então. Mas vou vender minhas gramáticas e pagar a conta do telefone. Quero ser livre para usar minhas virgulas. O Leminski já disse algo sobre um professor morrer com o objeto direto na cabeça. Quero abreviar e fazer vc usar o seu recurso autocompletar. Se cnoesiugu lre ioss é opr qeu esu crérbeo é mleohr qeu as rgaers. Regras devem ser quebradas. Limites ultrapassados. Palavras inventadas. Beijos coordenados. Mãos nos peitos liberadas. Porre de tequila é uma viagem.
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13:52
by a-lemon
Pra dizer eu te amo
Santa Helena, Miolo ou Granja União? Granja, claro. 14 pilas a garrafa. O Giacommini dá dor de cabeça se vc beber dois litros e meio sozinho. Como cerveja Kaiser em menor quantidade. Aqui tem que ser Polar / Polar Bock / Serramalte. Não lembro o momento; mas foi entre sexta e terça. Eu estava olhando dentro dela e quando faço isso ela sorri e baixa o rosto. Toda vez um sorriso diferente se esconde entre os cabelos. Seus olhos são da cor dos meus, um tom esverdeado que vai ficando cor-de-mel em direção ao centro. Eu decidi que pra me amar tem que assistir Amélie Polain comigo...e amar o filme inteiro, inclusive oq virou referência chata de propaganda. Deve ser divertido pq choro pelo roteiro. Pois entre sexta e terça houve um sorriso que me deu vontades. Gosto daqueles momentos em que a gente não sabe bem oq sente, que pensa que sim mas morre de medo e, então, vira a cabeça para observar algum ponto perdido no canto do quarto. Gosto tanto que decidi vive-los por mais tempo. Pra dizer eu te amo tem que ter coragem. É uma frase que se supõe definitiva. Uma rendição branca. Uuuuu. Sobretudo, tem que ter certeza e, certeza, é uma palavra duvidosa. Mas há qualquer coisa naquele olhar que parece de contadora de histórias milenares e torna a calma mais difícil. Pra me amar tem que assistir Good Bye, Lênin comigo...e só gostar de três ou quatro partes. Isso é oq os alemães chamam de comédia. Vamos lá: o mega banner da coca; Ariane ouvindo a voz do pai no interfone do Burguer King; a seqüência inteira quando a mãe sai da cama e a estátua do Lênin estende a mão para ela; a cabeça frouxa do busto do Marx sendo atarrachada. Entre sexta e terça, não lembro o momento, ela entrou e saiu sozinha. Pão, queijo e vinho...Granja. Puma laranja. Voz rouca pela manhã. Sinto que falta pouco...muito pouco.
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15:44
by a-lemon
Abiose
Meu computador morreu, o do meu pai usa Lexotan 6mg e o do trabalho foi sequestrado pela receita federal. A companhia telefônica diz que fiz 700 reais em ligações para Minas Gerais...e a mina das Gerais nem existe mais. O chuveiro elétrico queimou, a máquina de lavar roupas não centrifuga e a mangueira da lava-louças arrebentou. Além disso, eu ando amando.
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10:24
by a-lemon
Pêlos mouros
Sabe o que eu gosto? Encontrar longos fios de cabelo espalhados pela casa. Como aqueles dependurados no ventilador de teto.
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23:15
by a-lemon
A suspensão da descrença
Hj eu cheguei tarde e cansado e cheio de idéias pra outras coisas. Por vicio mesmo, fui dar uma olhada nos blogs e flogs dos amigos e falar com alguém no messenger...e sei mais oq...lá na Juju eu vi uns links e entrei. Então, li esse cara que poderia ser chamado de jacobino. Ele é capaz de dizer coisas como: não gosto muito de entrar em discussões em que estou certo e vou ganhar. Meu! Vou adotar essa frase no meu cotidiano. Tudo bem, de repente ele é politicamente incorreto (deve haver um termo novo para isso): tenho vergonha de ser brasileiro: recebo mais spam brasileiro que africano, continente onde o spam é justo meio de vida...ou arrogante: podem dizer que o brasileiro tem direito a fazer o que quiser. Não tem. E ainda esperneia quando conto a verdade. O fato é que se vc entrar lá e entender aquilo como um personagem, é muito bom...mas se, por apenas um momento, acreditar que ele existe na vida real, ai, poderá sentir algum constrangimento...mesmo assim, como diz a Lu, nem que seja pra ter uma opinião formada, e Ele parece ter a Dele, dê uma olhada...eu vou voltar mais vezes pq acho mais interesante mergulhar nas idéias livre de preconceitos...eu disse idéias.
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13:15
by a-lemon
Egopost de aniversário SE
Hj eu nasci, no dia do amigo. Virou dia do amigo depois que eu nasci. 20 de julho de 1968. Gosto deste ano. Tenho certeza que ouvi as palavras de ordem megafonadas por Daniel Cohn-Bendit de dentro da barriga da minha mãe... se ela morasse em Paris e fosse uma estudante eu teria entendido mais coisas...Câncer com ascendente em câncer; macaco; caminhante do céu vermelho...meu destino é sentir e dizer. Colorado, meu destino é sofrer. Não ligo muito para o 1, 9 ou 6; mas o 8 é meu número preferido: duas bolinhas perfeitamente equilibradas. Quando está dormindo, o oito é o infinito. Acordado, um casal se beijando lá embaixo. Coloca após um travessão e ele vira um caralhinho, um sinal de igual o torna um caralhão. Junte a ele um D e terá um sorriso escancarado, de olhos arregalados, igual ao que estou fazendo agora. Gosto mesmo do número 8. E oq tem isso a ver? Nada. Mas se somar 20 com 8 dá a idade que todo mundo acha que tenho (rs). Com mais 7 dá 35, a idade que ainda tenho. 3+5=8...então, tudo tem a ver, afinal. Pq amanhã já será 9. Em todos estes anos aprendi poucas coisas que valem a pena de verdade. Uma delas é que as mágoas passam e, se passam, não vale nem a pena alimenta-las. O amor me faz bem e esse é todo o sentido da minha vida. Quero que essas pessoas especiais que me cercam, que não desejam BMWs ou ter silicone nos peitos, saibam que são legais por serem assim...e que são meus amigos por acreditarem em coisas bem maiores que os valores fúteis deste mundinho de merda. Obrigado pelas palavras, meus queridos. Vcs são amados, são lindos e são os melhores. Se quiserem me dar um presente, continuem sendo inteligentes, continuem perto de mim. E sigo assim, sem deixar o tempo me ultrapassar...no fundo eu quero ser Jesus Cristo...com uma vida sexual mais ativa.
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01:55
by a-lemon
Guardanapo de papel
Hj eu acordei com dedos no cabelo; abri os olhos e havia outros olhando pra mim. Sorriam mais que os lábios que pouco antes disseram perigo e me beijaram. Hj eu acordei e achei que ali era o sonho e, se era, eu morria de dor de cabeça nele. Calma! Pra que correr? O tempo não te dá muitas oportunidades de fazer bem as coisas. Devagar! Um pé de cada vez. Um almoço indiano, um jantar tailandês. Um abraço sóbrio e um beijo tonto. Vem! De manhã é bom. Se vc tem medo, eu tb. Café? No final, um telefone com o nome num guardanapo sobre a mesa. Uma promessa de futuro em papel descartável.
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16:52
by a-lemon
E pra que curte PopArt: Absolut Pot...
NÃO USE DROGAS! INCLUSIVE VODKA AMERICANA
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10:58
by a-lemon
Um flyer mui educativo que a Juli me mandou: não corra papai
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00:03
by a-lemon
Eu não sei
Acho que é a chuva. Os raios e trovões. Acho que é o frio e a umidade nas paredes. É não saber se a amiga vai ser feliz e se a pessoa que eu gostaria estará na festa. Aquele beijo que eu não quis. Acho que é aquilo que perdi e o que deixei me derrotar. O sentimento de ser usado, não avisado, esquecido. Acho que é a carência; dormir sozinho na cama imensa e acordar abraçado no travesseiro. Acho que é a dor de garganta e o nariz entupido. Como estar no fundo mar e flutuar e ser esmagado pela pressão. É a janela do messenger que nunca abre e pisca. Os ausentes, ocupados ou almoçando. Acho que é o carro bomba que é a vida; poder olhar nos olhos do motorista antes da explosão. E o meu aniversário que vai chegar. Acho que é muito achar. Acho que sou eu triste.
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14:17
by a-lemon
Gu-gu, da-da (impressões sobre uma exposição fotográfica bem concorrida)
Malditos dadaístas e sua covardia alienada. Não fosse por eles não existiriam as instalações. Como se dar nome de fonte pra penico tivesse alguma atitude intelectual contida. Minha avó já chamava urinol de papagaio e nem por isso deixava ele a mostra. A maior prova da infantilidade disso é que ninguém entendeu nada daqueles que deveriam ser responsáveis pela simplificação metódica da linguagem política da arte num momento em que 10 milhões de pessoas morriam na Europa. De uma forma exata, eles fizeram oq a classe dominante esperava deles: se esconderam no discurso vazio da virtude da loucura. Bizarro como anarquistas com partido. Entenda: se vc se diz contra o sistema não pode expor seus quadros em galerias de arte que fazem parte dele. Se vc se diz contra a civilização, seus livros não podem ser publicados em papel utilizando o alfabeto -tente a telepatia- ou não é a invenção da escrita um dos pilares desta mesma civilização? Usar os próprios meios que a humanidade construiu para, supostamente, modificar um padrão de atitude social, não recria a cultura, como dizia o discurso, e sim, altera o modelo dentro de um mesmo paradigma (putz, eu acho que esta merda que eu disse é Foucault). Isso até seria positivo, não fosse a arrogância inócua e ineficiente deste movimento. Diferente de acreditar que destrói algo e se achar muito radical, a responsabilidade social do artista e da arte é a transformação pratica das mentalidades; o esclarecimento simples através do senso comum, que é diferente da banalização, apesar dos dicionários ruins. Para tanto, de nada adianta essa poesia intelectualóide; essa tentativa de parecer inteligente complicando as coisas simples. Como diria Nelson Rodrigues: sejam burros! Os impressionistas mostraram que a sensibilidade das cores poderia dizer mais que a precisão das linhas continuas. Proporcionaram uma nova forma de pensar a realidade sem a necessidade de uma plaqueta embaixo dizendo oq vc precisa saber ali. Por exemplo: quando vc pára diante da Guernica sente a angústia da guerra e uma vontade de paz. Quando vc vê uma rodinha de bicicleta em cima de um banquinho sente vontade de matar alguém, de preferência o medíocre niilista Duchamp; mas ele já está morto. O que não tem nexo vai contra a lógica. O que não tem lógica vai contra o raciocínio e, por conseqüência, contra vc mesmo. Quem prefere avacalhar nada constrói e o ready-made a indústria já fez. Mesmo que prefira chamar penico de fonte, ele será sempre apenas um penico. E onde está a criatividade nisso, já que nem um penico vc inventou?
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17:21
by a-lemon
Um beijo
Como desacelerar o tempo? Tentando esgotar um momento. Ela passou horas olhando para o pequeno copo cheio de saquê. Um simples copo cheio de saquê. O líquido quase opaco; meio denso por estar gelado. A luz do balcão lhe dava um tom esverdeado. Uma discreta translucidez. Parecia aveludado. Tentou lembrar da aula de física que lhe ensinou pq os copos suam. Condensação? Deu um gole muito pequeno que ficou debaixo da língua por alguns instantes. Suavidade. Engoliu, finalmente. O gosto que ficou era o mesmo do desejo. A música tinha uma importância; mas o dj, atrás dos toca-discos, lhe pareceu muito mais interessante. Não conseguia tirar os olhos da figura que fazia tanta gente dançar. Sua face tomou cores rubras. Se sentiu meio puta. Foi ficando molhada. Bebeu outro gole, desta vez um grande, engolindo de uma vez. Agora o sabor era de sexo. Lembrou da história de um amigo que, quando via o piercing na língua de uma determinada menina, sentia uma vontade incontrolável de dar um beijo, apenas um beijo, para não morrer sem saber como é. Vontade que passava quando a menina cerrava os lábios. Terminou o saquê e pensou pq não. Como acelerar o tempo? Tentando esgotar as vontades. Atravessou a pista, meteu-se em frente ao dj, segurou seu rosto, olhou dentro dos olhos e enfiou a lingua em sua boca. Movimentos circulares como os de um disco; mixagem perfeita de fluidos. O vinil terminou, a música acabou. Alguns vaiaram, outros aplaudiram. Assim, sem som e movimento, ela deu as costas e foi embora. O estrobo revelava em flashes um sorriso orgulhoso do beijo que fez o mundo parar de dançar.
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13:21
by a-lemon
Vida eterna
Hoje eu vi a Ana perto das cachoeiras, coberta por hieróglifos, carregando um lindo gatinho. Será que existem cachoeiras no Nilo? Quando eu era pequeno acreditava que os rios nasciam nos oceanos. Descobri, então, que eles são como eu: depois de chorar, sentir frio e congelar, derretem e seguem para o mar. Sob o sol se evaporam. Fingem liberdade presos ao vento, batem com a cara na montanha e voltam a chorar; e voltam a sentir frio; e voltam a congelar...
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11:12
by a-lemon
Like regular chickens ( baseado na música de mesmo nome de Amon Tobim)
Era o meio da tarde de segunda. Ela entrou pq tinha as chaves.
-Beto!!!
Beto sai do quarto surpreso.
-Precisamos conversar...
-Fala...Sofia...senta ai.
-Sabe, eu tenho pensado muito e descobri que nós somos muito diferentes: tu gosta do Chitãozinho; eu do Xororó. Tu prefere arroz; eu feijão. É fã do Spielberg; eu do George Lucas...
-Sei...
-Tu critica todos os meus amigos...
-Qual deles? O que foi no programa da Márcia te pedir em casamento ou oq te deu um I-Book sem segundas intenções?
-Viu? Sempre acha que têm segundas intenções em tudo...
-O que está por trás destas palavras, Sofi?
-Além disso, não acredita em Deus...
-De onde Diabos tirou essa idéia?
-E essa tua ironia então? Me incomoda muito...
-Prefere meu cinismo?
-Enfim, não funcionamos bem juntos, Rigoberto.
-Sabe como eu odeio meu nome inteiro depois da virgula...
-Tu é muito "fofo", foi muito legal; mas acho melhor terminarmos por aqui.
-Não me chama de "fofo". Tudo bem, eu não esperava isso de vc; mas com esses argumentos convincentes eu não tenho oq dizer. Quando sair, deixa as chaves em cima da mesinha?
-Não fica magoado comigo...
-Nunca...mas não atira, coloca direitinho pra não lenhar a madeira...
-Sim...
BLAM!
-Carlinhaaaa! Pode sair agora...
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15:22
by a-lemon
A Constante de Planck
Deixa eu cantar uma música pra vc...
Os livros na estanteee
Já não tem maissss
Tanta importânciaa
De tudo que eu liii
De tudo que eu viii
Nada me restaaa
A não seeeer
A votade ditien-con-traaaar
O motivo eu já nem seiii
Nem que seja...só pra estarrr
Ao teu lado...só pra veeeer
No teu rooostuuuuma-mens-sa-gem di`amor
O-o-uooo...
Quando eu era guri e ficava trancado no quarto lendo aqueles fasciculos de banca de jornal sobre Schopenhauer, jamais imaginei que um dia o cara viraria moda na cibercultura. Dizia lá que ele tinha influenciado idéias razoavelmente ultrapassadas como a vontade de poder em Nietzsche e a vontade de sexo em Freud. Hoje existem até comunidades no Orkut para ele. Pensando melhor, eu entendi. Num tempo em que os conceitos de amizade, confiança, amor e inteligência são deturpados pela hipermodernidade, nada mais apropriado do que voltar ao romantismo pessimista como proteção. Somos mais Werther do que nunca. Para Schopenhauer, a Vontade é o elemento criador da realidade que nos cerca. O desejo insaciável que controla nossos atos e até a física. Extingue-se com a coisa conquistada, recicla-se com uma nova vontade e gera o sofrimento pela permanente insatisfação do homem, que leva do amor ao ódio, do desejo a rejeição, em poucos minutos. Agora me digam: não é assim que vivem as pessoas? Para ele, a única forma de superar o sofrimento é a renúncia santificada ou nirvânica, que um grande número de seres humanos buscam nas improváveis práticas esotéricas ou na procura cristã pelo paraíso na terra, coisa paradoxal, já que o tal pecado original, fundamento do cristianismo, afastou permanentemente o paraíso de nós. O caminho para a felicidade é difícil e requer vivência constante da renúncia. Portanto, não adianta comprar varinha de condão em lojinhas de gnomos ou cometer os sete pecados capitais -todo o dia- e depois se confessar com um padre que abusa sexualmente do coroinha. Tá bom, eu ando pessimista. Não sei quando eu fiquei assim. Pode ter a ver com outro daqueles fasciculos que fala de uma constante da fisica quântica que influenciou a Teoria das Incertezas (é verdade que se acentuou com o fato do Marlon Brando ter morrido antes do cara do LS Jack); mas eu sei que aprendi. Não vou mais chorar pelos sonhos que os outros destroem pq as vontades destes estão fora do meu controle. Cada um cria sua própria realidade. Eu crio a minha e estou sujeito à frustração. Vou tentar, da forma que puder, renunciar aos meus desejos. Se este post não está engraçado, é pq eu não estou. Mas melhor isso do que fazer vc perder seu tempo lendo como foi uma tarde num boteco, em frente a qualquer das milhares de faculdades de direito deste pais que se dizem grandiosas, humilhando um mendigo. Li isso agora pouco com comentários do tipo: seu blog está cada vez melhor...futuros advogados. Tb não vou mais cantar pq faço isso muito mal.
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